Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Aliado elogia limpeza do governador interino do RJ, cotado para STJ

Aliado de Ricardo Couto elogia a gestão no Rio e reforça o cenário de possível indicação ao Superior Tribunal de Justiça

O governador em exercício e presidente do Tribunal de Justiça do RJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, durante entrevista coletiva
0:00
Carregando...
0:00

O aliado e amigo de Ricardo Couto, Henrique Figueira, descreve as ações do governador interino do Rio de Janeiro como uma limpeza administrativa. Couto, presidente do TJ-RJ e ocupante interino do governo, tem sido alvo de atentos desdobramentos judiciais e políticos desde março.

Figueira, ex-presidente do TJ-RJ e do TRE-RJ, afirmou que as medidas incluem corte de gastos, exonerações de comissionados e auditorias de contratos. O objetivo, segundo ele, é eliminar vieses políticos e melhorar a gestão pública.

Couto assumiu o cargo interino após a renúncia de Cláudio Castro, recebendo uma liminar do STF para manter a chefia do Executivo. O ministro Cristiano Zanin já afirmou manter Couto no posto até nova deliberação.

Contexto institucional

O STF discute, desde março, se deve ocorrer eleição indireta para definir o substituto de Castro. O plenário já votou pela continuidade de Couto, mas a decisão está suspensa por visto do ministro Flávio Dino.

Ainda segundo fontes do Judiciário, Couto despacha tanto no TJ-RJ quanto em questões do Executivo, evitando assuntos que envolvam disputas políticas. A prática é alvo de críticas entre setores do próprio TJ-RJ.

Porto de articulações políticas

Em tom crítico, o senador portador de laços com o Rio afirmou que a situação representa um estado judiciário de exceção. Ele pediu eleição indireta por meio da Alerj e apontou impactos da permanência de Couto no governo.

Figueira rejeitou a ideia de articulação com o PSD, PT e STF para impedir Ruas de assumir. Afirmou que o STF mantém independência e não seria influenciado por pressões políticas.

Sobre a trajetória de Couto

O desembargador também ressaltou que Couto pode delegar atos rotineiros à desembargadora Sueli Lopes Magalhães, mantendo a continuidade administrativa. A gestão dele é acompanhada de perto por setores do Judiciário e pela imprensa.

Couto chegou ao cargo interino com apoio do STF e permanece sob decisão ainda não tomada pela corte, em vista de recursos e vistas que mantêm a situação em suspenso.

Rumores sobre o STJ

A hipótese de uma candidatura de Couto ao STJ volta a ganhar força nos bastidores. Há uma vaga aberta, correspondente a um ministro do TJ-RJ, além de possibilidades geradas pela aposentadoria de Og Fernandes e por eventual saída de Marco Buzzi.

Fontes do TJ-RJ indicam apoio de ao menos um grupo de ministros ao nome de Couto, enquanto outros indicam apoio a Mauro Martins ou a Bellizze. Couto, oficialmente, nega a candidatura no momento.

Perspectivas

Especialistas apontam que, caso surjam três vagas, o STJ pode formar uma lista tríplice ampliada ou uma lista de quatro a cinco nomes, para ampliar opções de escolha. A decisão final depende da abertura de novas vagas e do crivo político e institucional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais