O movimento Stop Killing Games passou a apoiar o projeto de lei Protect Our Games Act, apresentado na Califórnia por Chris Ward neste início de ano. A proposta busca obrigar as empresas de jogos a manter suporte e acesso a títulos online, mesmo após o fim do serviço.
Segundo o texto, editoras e desenvolvedoras de jogos como serviço seriam obrigadas a avisar consumidores sobre a data de encerramento do suporte e não poderiam vender jogos nos dois últimos meses de vida útil do serviço. Antes do desligamento, as empresas teriam de apresentar um plano para manter acesso ou permitir o jogo offline.
O projeto prevê que, para títulos lançados após 1º de janeiro de 2027, a correção de jogos que percam funções online ficaria a cargo das editoras. Em alternativa, o consumidor teria direito ao reembolso integral. Informações sobre recursos online desativados e requisitos para funcionamento offline devem ser claras.
A legislação, porém, serviria apenas aos EUA. Ainda assim, especialistas dizem que as regras poderiam influenciar empresas em todo o mundo, dada a viabilidade de mudanças globais na prática de suporte.
Mudanças em jogo
A proposta também aponta que serviços de jogos por assinatura e títulos gratuitos que nunca exigiram compra ficariam fora do alcance das regras. Jogos com download único que funcionam offline desde o lançamento também estariam isentos.
Cenário global
Caso aprovada, a lei poderá levar editoras a revisar estratégias de suporte mundial para jogos online. Empresas adotaram ajustes após pressões de jogadores, com exemplos recentes no mercado.
Entre eles, a Ubisoft lançou modo híbrido em The Crew 2 para permitir jogo offline, e Crimson Desert passou de MMO a RPG single-player. Tais mudanças são citadas como indícios de tendências no setor.
Para ilustrar o mapa de impactos, destacam-se iniciativas de outras empresas que já consideram soluções para preservar acesso aos jogos após o fim dos servidores.
Fonte
A reportagem cita o portal TechSpot como referência das informações sobre o movimento Stop Killing Games e o Protect Our Games Act.
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