O desembargador Ricardo Couto, governador interino do Rio de Janeiro, implementou novas medidas para elevar a ética na gestão pública. A última ação envolve um filtro de integridade para nomeações em cargos comissionados.
Nesta terça-feira, 5, a Casa Civil publicou a resolução que passa a exigir avaliação prévia do Gabinete de Segurança Institucional para todas as nomeações em comissão e funções gratificadas. A medida busca fortalecer o compliance estadual.
Conforme o texto, após a aprovação pelo GSI, as indicações são encaminhadas à Casa Civil para formalização e publicação. A divulgação ocorreu no Diário Oficial do Estado, com validade imediata.
No governo interino, Couto já havia promovido mudanças significativas, incluindo a exoneração de mais de 1.600 servidores desde o início da gestão. Também houve reestruturação no alto escalão do Palácio Guanabara.
A ação provoca reação de grupos políticos ligados ao ex-governador Cláudio Castro, que criticam a mudança. A bancada anuncia queixas sobre o ritmo e o impacto econômico de tais reformas.
Aliados de Castro afirmam que as alterações podem indicar falhas de gestão anteriores. Eles destacam que as medidas ainda não devem refletir de forma conclusiva no equilíbrio financeiro do estado.
Novo filtro de integridade
A adoção do filtro visa ampliar o controle sobre indicações para cargos de confiança. O objetivo é reforçar a moralidade administrativa e ampliar o monitoramento de contratos e nomeações. O governo enfatiza a transparência do processo.
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