A Justiça de São Paulo não localizou saldo disponível em nome de Romário no âmbito de uma cobrança de indenização por danos morais. A ação foi movida por Marco Polo Del Nero, ex-presidente da CBF, e está ligada a declarações feitas pelo senador em 2013, quando ele ainda era deputado federal. Romário havia afirmado que Del Nero deveria ser preso, o que motivou a ação e resultou na condenação do parlamentar.
A decisão ocorreu na 37ª Vara Cível de São Paulo, com assinatura do juiz Renan Jacó Mota. A defesa do senador sustentou imunidade parlamentar para as falas, argumento que não foi aceito pela Justiça. O caso transitou em julgado, não cabendo novos recursos sobre a decisão principal.
Desdobramentos da indenização
Inicialmente, o valor estipulado era de cerca de R$ 33 mil. Com juros, multas e correção monetária, a dívida já supera R$ 100 mil. Em nova tentativa de bloquear recursos, o sistema judicial não encontrou valores disponíveis em contas vinculadas a Romário para quitar a indenização.
Romário retornou ao Senado em abril, após quatro meses de licença. Durante o afastamento, o suplente Bruno Bonetti (PL-RJ) ocupou a vaga. O regulamento da Casa permite nova licença de até 120 dias dentro do próximo ciclo. Além disso, o senador tem participação prevista em cobertura de torneios pela CazéTV durante o Mundial 2026.
Entre na conversa da comunidade