Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, ficou naturalmente afastado da opção de vice na chapa de Flávio Bolsonaro para o Palácio do Planalto. Declarações recentes sobre a conversa vazada entre Flávio e o ex-banqueiro foram consideradas um peso insuperável pelo entorno de Zema.
Aliados do senador e integrantes do PL afirmam que as pontes com Zema foram rompidas de forma irreversível, sem perspectiva de reconciliação. A symetria entre o desgaste público e o diálogo vazado alimenta esse diagnóstico entre os próximos passos da campanha.
O episódio ampliou o escrutínio sobre a chance de Flávio manter a pré-candidatura e, caso permaneça, reduzir a probabilidade de Zema integrar a vice-presidência. A avaliação interna diverge entre quem vê possibilidade de reacomodação e quem já descarta o mineiro.
Entre as alternativas para compor a chapa, três nomes femininos ganham força, segundo apurações internas: as deputadas Simone Marquetto e Clarissa Tércio, além da vereadora de Fortaleza Priscila Costa. Todos os cenários dependem da continuidade da pré-candidatura.
O cenário atual indica que, sem novas ligações com Vorcaro, a chance de parceria com Zema permanece baixa. A percepção de desgaste provocado pela divulgação do áudio compõe o contexto para decisões futuras no PL.
Ainda assim, aliados de Flávio observam com cautela as próximas pesquisas, buscando entender os impactos do áudio divulgado recentemente. A orientação é manter a linha de comunicação sem mudanças abruptas.
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