O diretório do Novo no Paraná classifica como precipitado o posicionamento de Romeu Zema sobre o áudio vazado envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro. A crítica, feita nesta quinta-feira (14/5), gerou ruídos em alianças existentes, segundo o partido. O texto reforça que alinhar declarações públicas com a convenção nacional é necessário.
A discussão envolve Zema, pré-candidato do Novo à Presidência, e Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ligado ao PL. O áudio divulgado pelo The Intercept Brasil traz Flávio cobrando dinheiro a Vorcaro para o filme Dark Horse, com financiamento estimado em 24 milhões de dólares.
Reação do Novo e aliados
Dentro do Novo, não houve resposta imediata ao tema. Parlamentares e membros do partido não se manifestaram de forma pública sobre o episódio, mantendo o tom reservado até o momento.
Contexto político e repercussões
Entre aliados de Flávio, críticos atacaram Zema como oportunista e desalinhado com o eleitorado conservador. O senador Rogério Marinho e o deputado Gustavo Gayer reagiram, chamando Zema de desespero. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que Zema busca crescer.
Gleisi Hoffmann, ex-ministra do PT e hoje pré-candidata ao Senado no Paraná, criticou o silêncio dos apoiadores de Flávio e cobrou posicionamento de Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Moro tem pretensão ao governo do estado; Dallagnol concorre ao Senado pelo Novo.
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