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Mário Frias nega uso de dinheiro de Vorcaro em filme sobre Bolsonaro

Mário Frias afirma que Dark Horse não recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro; filme é financiado com capital privado, em meio a áudio envolvendo Flávio Bolsonaro

O deputado Mário Frias, o senador Flávio Bolsonaro e o ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme 'Dark Horse' (O Azarão), sobre a vida do ex-presidente brasileiro. — Foto: Reprodução/Redes Sociais
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O filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro, não recebeu dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, segundo notas oficiais divulgadas por Mário Frias e pela GOUP Entertainment. A declaração foi feita após áudio divulgado pelo The Intercept Brasil em que Flávio Bolsonaro cobra pagamentos atrasados para a produção. O lançamento ocorreu enquanto o documentário A Colisão dos Destinos estreou em 17 estados, com o envolvimento de figuras públicas.

Frias, deputado federal e produtor executivo do filme, afirmou que não há qualquer centavo de Vorcaro na produção. A GOUP Entertainment também destacou que o projeto é financiado integralmente por capital privado, sem recursos públicos, e com participação de profissionais internacionais. O assessor reforçou que Flávio Bolsonaro cedeu apenas direitos de imagem da família.

Segundo o material divulgado, Vorcaro chegou a financiar cerca de 61 milhões de reais para a produção, conforme apuração do The Intercept. Flávio Bolsonaro confirmou ter pedido dinheiro ao banqueiro para o filme, mas negou irregularidades, segundo reportagens associadas. A TV Globo confirmou, junto a investigadores, a existência do áudio.

Contexto e desdobramentos

A produção é descrita como uma superprodução em padrão hollywoodiano, com lançamento previsto para os próximos meses. Frias disse que o projeto enfrenta ataques quando há impactos políticos, sem detalhar fontes. A GOUP informou que, pela legislação norte-americana, operações privadas de captação impedem a divulgação de identidades de investidores protegidos por NDAs.

A produtora reiterou que as articulações e parcerias do projeto seguem mecanismos legítimos do mercado audiovisual, nacionais e internacionais. Afirmou que conversas com potenciais apoiadores não configuram investimentos nem transferências de recursos. A GOUP reforçou disponibilidade para esclarecer dúvidas de autoridades e imprensa.

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