O núcleo operacional do banqueiro Daniel Vorcaro é apontado pela Polícia Federal como dividido em dois grupos: A Turma e Os Meninos. A Turma seria responsável por ameaças a adversários do empresário. A decisão do ministro do STF André Mendonça autorizou a 6ª fase da operação Compliance Zero, revelando que Vorcaro teria pago um bônus de final de ano aos milicianos do grupo.
Segundo as investigações, o braço miliciano de Vorcaro era composto por dois setores. O núcleo liderado por Marilson Roseno da Silva operava para exigir vantagens ilícitas e também atuava como operador financeiro dos pagamentos. A estrutura seria usada para cobranças e intimidações.
Entre os investigados estão Valéria, Francisco e Manoel Mendes Rodrigues, este último apontado como líder de um braço local do grupo. As apurações apontam que o grupo atuava de forma integrada às atividades do núcleo principal.
Em dezembro de 2025, Marilson Roseno da Silva solicitou a chave pix de Anderson Wander da Silva Lima para enviar uma oferta de pagamento, denominada de ofrana, conforme as investigações. Os suspeitos faziam parte do conjunto conhecido como A Turma, voltado a ameaças e intimidações presenciais, entre outras ações.
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