O empresário Ricardo Andrade Magro, dono do Grupo Refit, é alvo da Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira, 15 de maio. A ação envolve mandados de prisão preventiva, buscas e afastamentos de função pública.
Ao todo, a PF cumpriu 17 mandados de busca e apreensão e sete afastamentos de funções públicas, em três estados: Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. A ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Entre os investigados está o ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, conforme a PF. A corporação apura a atuação de um conglomerado do setor de combustíveis com indícios de ocultação patrimonial e evasão de recursos ao exterior.
Medidas e alvos
Segundo a PF, as investigações buscam fraudes fiscais e inconsistências ligadas à operação de uma refinaria vinculada ao grupo. A polícia também apura dissimulação de bens e possíveis irregularidades financeiras.
A defesa de Magro ainda não divulgou posicionamento público sobre a operação. As informações oficiais destacam que o objetivo é esclarecer atos e estruturas societárias envolvidas no caso.
Contexto da apuração
A investigação busca esclarecer mecanismos de ocultação de patrimônio e movimentações financeiras atípicas. Não há, até o momento, conclusão sobre participação de terceiros além dos alvos já citados.
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