Sergio Moro mantém a Lava-Jato no centro da disputa eleitoral no Paraná. O ex-juiz, hoje deputado federal pelo União Brasil, atua como âncora de uma candidatura ao governo que explora acusações contra o PT. A movimentação ocorre em meio a críticas sobre abusos da operação e decisões anuladas pelo STF. Ratinho Júnior, porém, tenta manter o foco na construção de um sucessor.
A pré-candidatura de Moro intensifica o embate entre direita e esquerda. Enquanto Moro aposta na linha de acusação da Lava-Jato, o PT e aliados destacam excessos atribuídos à operação e apontam decisões do STF para sustentar a narrativa de neutralidade judicial. A batalha envolve nomes de peso e diversas trajetórias políticas.
Contexto político no Paraná
No governo, Ratinho Júnior (PSD) não pode concorrer à reeleição e busca eleger um herdeiro político. Em meio a dúvidas internas, o governador endossa Sandro Alex (PSD), ex-secretário da Infraestrutura, como candidato a sucessor, destacando obras no estado. A estratégia inclui entregas de obras importantes para o eleitorado.
Disputa entre grupos e nomes na agenda
Moro mantém relação com Deltan Dallagnol, ex-coordenador da Lava-Jato em Curitiba, e com o tema se tornou parte central da campanha. Do outro lado, Gleisi Hoffmann (PT) disputa o Senado, citando casos ligados à operação e enfrentando críticas por decisões judiciais. Já André Vargas (PT) busca retornar à Câmara.
Desempenho de pesquisas e perspectivas
A frente de Moro aparece com vantagem em algumas leituras de intenção de voto, superando rivais como Ratinho Júnior e Requião Filho (PDT). Em pesquisa recente, Moro liderava com ampla margem, enquanto Sandro Alex marcava presença com percentuais mais baixos. O cenário evidencia um duelo acirrado até o pleito.
Entre na conversa da comunidade