Com a anuência inicial à proposta, o movimento do setor produtivo busca influenciar o texto em tramitação na Câmara. A ideia é atenuar os efeitos da possível mudança na escala de trabalho.
A negociação coletiva aparece como ferramenta para reduzir impactos sobre empresas, trabalhadores e produtividade. Representantes do setor defendem ajustes para evitar paralisações mais profundas com a provável mudança no regime atual.
O foco está na PEC que prevê o fim da escala 6×1 no horizonte. O relator da matéria, deputado Leo Prates, do Republicanos-BA, deve apresentar o parecer nesta quarta-feira (20) na comissão especial.
Avanços na tramitação e próximos passos
O texto deverá seguir para o plenário na semana seguinte, dependendo de acertos entre governo, parlamentares e o setor produtivo. A expectativa é que mudanças na redação sejam discutidas antes da votação final.
Entre as prioridades estão mecanismos de negociação e salvaguardas para manter competitividade, sem comprometer direitos dos trabalhadores. Análises técnicas devem subsidiar as decisões da comissão.
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