Concerns sobre a atuação de agências federais perto das eleições começaram a surgir após a administração Trump ampliar o envio de agentes da ICE para cidades como Chicago e Minneapolis. O movimento ocorreu em meio a uma visão mais ampla de ataque às eleições e à democracia defendida pela Casa Branca.
Em 2 de fevereiro, o então presidente sinalizou a ideia de nacionalizar eleições. Um dia depois, o ex-assessor da White House, Steve Bannon, afirmou em seu podcast que a ICE iria cercar as urnas em novembro. O DHS, em reunião com autoridades eleitorais, descartou a possibilidade de atuação da ICE nas urnas, porém, em 18 de março, o novo secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, não afastou a hipótese durante o seu questionamento de confirmação, destacando mensagens contraditórias.
Desdobramentos
Antes de seguir para a China em viagem oficial, Trump foi questionado sobre o uso da Guarda Nacional ou da ICE nas eleições de meio de mandato e respondeu que faria o necessário para garantir eleições honestas. A declaração gerou preocupação entre autoridades eleitorais sobre impactos no processo.
Resposta oficial
Ao ser procurada pela WIRED, a assessora da Casa Branca Abigail Jackson reiterou que a segurança das eleições e a garantia de voto apenas por cidadãos americanos são prioridades do governo. A comunicação destacou o compromisso com a integridade do pleito.
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