O país discute resultados de combate à corrupção após um período de fragilidade regulatória. Em 2023, iniciou-se uma retomada de fiscalização com decisões políticas que fortalecem a atuação conjunta entre órgãos. O objetivo é investigar sem interferência e evitar uso político do tema.
Entre 2023 e 2025, a Controladoria-Geral da União atuou com a Polícia Federal em 76 operações. Juntas, identificaram potenciais prejuízos superiores a 13,6 bilhões de reais. O avanço é considerado um retorno da transparência e da atuação integrada.
O governo aponta que o uso de ferramentas de dados facilita a prevenção. A CGU lançou a ferramenta Alice, para sinalizar riscos em contratações ainda na fase inicial. A ideia é permitir correções antes que haja dano ao erário.
Dados e resultados
Em 2025, os números refletem pico de atividade e de fiscalização. A imprensa aponta que operações como Sem Desconto, Carbono Oculto e Compliance Zero expuseram falhas estruturais no sistema de regulação vigente. A narrativa é de retomada do controle.
Apesar dos ganhos, autoridades ressaltam que a corrupção não foi erradicada. O enfoque é de continuidade do combate, com fiscalização contínua, transparência e prevenção. O objetivo é manter o ambiente institucional estável e confiável.
Contexto institucional
Segundo autoridades, o formato atual evita a politização de investigações. A cooperação entre CGU, Polícia Federal e ministérios tem sido destacada como fundamental. O avanço depende de decisão política, coordenação interagências e respeito a regras.
A publicação de dados e o acesso a informações públicas ajudaram a identificar irregularidades. Ainda assim, especialistas alertam para riscos remanescentes e a necessidade de aperfeiçoar mecanismos de controle e accountability.
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