O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, defendeu a privatização como forma de evitar corrupção e melhorar a gestão de serviços públicos. A declaração ocorreu durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, evento que reuniu gestores municipais de todo o país.
Zema afirmou que setores como saneamento, energia e infraestrutura ganham eficiência com a participação da iniciativa privada, reduzindo desvios e más gestões. A proposta, segundo ele, contribui para uma gestão pública mais transparente.
A Marcha dos Prefeitos é palco de debates sobre o papel do Estado na economia, com pautas ligadas a finanças municipais, liberação de recursos e ajustes de contas públicas. Prefeitos cobraram medidas para manter convênios e serviços essenciais.
Contexto no Congresso e no governo
No Legislativo, vozes costumam divergir sobre privatizações, com resistência de setores da sociedade civil e da oposição. O governo federal sinaliza interesse em atrair investimentos por meio de privatizações para modernizar a infraestrutura.
Ao mesmo tempo, tramita no Senado a análise de regras para descarte de produtos controlados, visando proteção ambiental e saúde pública. A Comissão de Fiscalização e Controle aprovou o texto para discussão ampla.
Paralelamente, avançam negociações sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2026, com atenção a vetos e liberação de convênios para municípios inadimplentes. A pauta é essencial para manter serviços locais.
No Senado, a senadora Roberta Acioly destacou a redução da tarifa de energia em Roraima, de 24% para cerca de 4%, após negociações com o governo federal. A medida é apresentada como resultado de atuação estadual.
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