Thames Valley Police abriu uma investigação de má conduta em função pública envolvendo Andrew Mountbatten-Windsor, neto da rainha, e avalia também possíveis crimes de corrupção e má conduta sexual. A polícia pediu, na sexta-feira, que vítimas e testemunhas apresentem informações.
A apuração amplia a atuação de oficiais de proteção do ex-príncipe, que acompanhavam Andrew em deslocamentos, incluindo uma viagem de Londres a uma residência de amigos. Não há confirmação de novas denúncias que mudem o andamento do caso.
Entre os episódios mencionados no histórico público, destacam-se acordos financeiros anteriores com Virginia Giuffre, alegada vítima de tráfico sexual. Há registros de informações jornalísticas sobre contatos de oficiais com dados pessoais de Giuffre e pedidos de consultas envolvendo a identificação da vítima.
Também constam reportagens sobre diligências da polícia em domicílios ligados a Andrew apenas em 2026, com buscas e a recuperação de indícios relacionados às investigações. A natureza dos indícios ainda não foi detalhada pela polícia.
Contexto e próximos passos
O caso envolve uma série de alegações antigas e a atuação de autoridades de proteção do ex-príncipe. A polícia afirma buscar novas testemunhas ou informações que possam contribuir com a investigação ainda em curso.
Diversos relatos públicos já apontaram tensões entre a instituição policial, a monarquia e autoridades políticas diante das denúncias já conhecidas. A apuração atual não conclui o andamento nem define culpabilidade, limitando-se a informar a continuidade da investigação.
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