O senador Flávio Bolsonaro afirmou ter discutido com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, temas como combate ao crime organizado, investimentos em terras raras e tarifas sobre produtos brasileiros. O encontro ocorreu nesta terça-feira, 26, nos Estados Unidos.
Segundo Flávio, ele pediu enfaticamente que o governo americano classifique o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras. O senador também criticou a gestão do presidente Lula, dizendo que o Brasil precisa de parcerias estratégicas em vez de alinhamento com regimes autoritários.
O parlamentar argumentou que organizações criminosas brasileiras já têm alcance transnacional, com ramificações nos Estados Unidos e na Europa. Ele citou investigações envolvendo lavagem de dinheiro por meio de empresas brasileiras, mencionando Hezbollah e Hamas no contexto.
Terras raras e minerais críticos
Flávio disse ter discutido investimentos em terras raras e minerais críticos, destacando a posição estratégica do Brasil no setor. Segundo ele, o país pode atuar como alternativa à China no fornecimento desses recursos, com parcerias de longo prazo com os EUA.
Aliança regional e indústria
O senador afirmou que, em caso de vitória em 2026, o Brasil integraria um “escudo das Américas” ao lado de Estados Unidos, Argentina, El Salvador, Paraguai, Panamá e República Dominicana, como parte de uma cooperação no combate ao crime organizado. Também afirmou que não haveria necessidade de retaliações comerciais contra o Brasil.
O conteúdo reforça posições de Flávio sobre a cooperação econômica e de segurança com os EUA, com foco em combate ao crime organizado, recursos minerais estratégicos e acordos comerciais. Não há confirmação oficial de posições do governo brasileiro.
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