Gilmar Mendes, ministro do STF e anfitrião, anunciou que a edição de 2026 do Gilmarpalooza dedicará parte do estudo ao envolvimento de Donald Trump em conflitos globais. O evento ocorrerá em Lisboa, com palestras na Universidade de Lisboa.
Entre os participantes anunciados, destacam-se Joel Mokyr, economista laureado com o Nobel de Economia em 2025, e Thomas Friedman, jornalista do The New York Times e ganhador de três prêmios Pulitzer. Mokyr tem atuação acadêmica nos Estados Unidos e estudo sobre Revolução Industrial, conhecimento e crescimento econômico.
Friedman, conhecido por obras sobre globalização, participou do Fórum de Lisboa em 2024. O programa anterior sugeriu debates sobre cenários políticos e eleitorais, com foco em temas de tecnologia, economia e poder global.
O elenco de palestrantes inclui ex-chefes de Estado e autoridades jurídicas de diversas regiões. Temas vão desde direito comparado a políticas públicas, com participação de dirigentes, juristas e acadêmicos. A relação entre democracia, soberania e tecnologia deve dominar as discussões.
Além de nomes de destaque, a lista abriga figures de instituições europeias, nacionais e internacionais, incluindo dirigentes de universidades, tribunais constitucionais e órgãos reguladores. O objetivo é fomentar debates sobre os desafios institucionais contemporâneos.
Eventos paralelos e controvérsias serão tratados com cautela. Palestras ocorrerão na Universidade de Lisboa, enquanto encontros privados entre empresas e participantes costumam atrair críticas por potenciais conflitos de interesse. O formato busca equilíbrio entre indústria e Judiciário.
Contexto institucional e mudanças de tema
O Gilmarpalooza é promovido pelo IDP, pelo Lisbon Public Law e pela FGV Justiça. A edição de 2026 tem o tema central Nova ordem internacional, tecnologia e soberania, com foco em democracia, economia e organização social dos Estados.
O IDP, fundado em 1998 por Gilmar Mendes, mantém vínculos com o setor privado de ensino. Em 2025, Mendes afirmou não enxergar conflito entre a função de magistrado e a relação do IDP com contratos da CBF, destacando contratos de direito privado.
Entre na conversa da comunidade