Ken Paxton venceu a disputa interna do Partido Republicano no Texas e garantiu a indicação ao Senado dos Estados Unidos em 2026, após o término da primária e do runoff no dia 26 de maio, em Plano. A confirmação ocorre em meio a controvérsias legais que acompanharam o documento do processo eleitoral.
O resultado aumenta a incerteza sobre a disputa pelo Senado contra o Democrata James Talarico, candidato da oposição. A corrida de Paxton tem o impacto de acirrar a briga partidária na metade do mandato de Cornyn, que não disputou a reeleição.
Horas após a confirmação, o ex-presidente Donald Trump endossou Paxton, em meio a críticas de integrantes do establishment republicano. O apoio de Trump provocou reações diversas dentro do partido, com avaliações distintas sobre o risco eleitoral.
Desdobramentos e cenários
Nos bastidores, republicanos expressaram preocupações sobre o histórico de Paxton, incluindo processos legais passados, que alimentam a incerteza sobre a atuação no Senado. Ainda assim, a vitória fortalece a estratégia do partido no estado.
Entre aliados de Cornyn, críticas foram contidas, com observações sobre a lealdade de longa data ao ex-senador. Este cenário aponta para uma corrida mais competitiva, com calendário eleitoral marcado para novembro.
Do lado democrata, James Talarico se posiciona como alternativa ao que descreve como políticas conservadoras extremas. A liderança do DSCC reiterou a expectativa de que a vitória de Paxton aproximaria os democratas da maioria no Senado.
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