O Cade tem novo presidente interino. Diogo Thomson assume o cargo por ser o mais antigo entre os conselheiros, após atuação anterior como procurador. Ele já ocupou a função de superintendente-adjunto por uma década.
Thomson ressaltou que o foco até junho será revisar o regimento interno e avançar com o chamado PL das Big Techs, buscando ferramentas para tratar práticas problemáticas sem recorrer a medidas extraordinárias. A pauta prioriza governança interna.
Foco de atuação até junho
O presidente interino afirmou que o Cade não é inimigo da inovação, mas que o poder das grandes plataformas preocupa. A ideia é equilibrar estímulo à competição com a necessidade de controles sobre condutas potencialmente prejudiciais.
Segundo Thomson, a evolução das práticas anticompetitivas no mercado envolve desde cartas e e-mails até o uso de algoritmos. A análise busca compreender impactos para consumo, concorrência e inovação no ecossistema digital.
Entre na conversa da comunidade