Donald Trump reconheceu nesta semana os problemas no espelho d’água que fica entre o Monumento à Washington e o Lincoln Memorial, após a conclusão de uma reforma de cerca de 14,2 milhões de dólares. A água apresentou bloom de algas e tecido de tinta descascado, segundo relatos de mergulhadores e funcionários.
O ex-presidente blameu vandalismo pelas falhas, afirmando que houve danos à superfície interna do pool durante o período de reformulação. Ele informou, em postagem na Truth Social, que o alagado alfer de algas estaria em grande parte sob controle, ainda que não tenha apresentado evidências públicas.
A remodelação visava deixar o espaço com a cor de bandeira americana, conforme anunciavam os organizadores, antes do aniversário de 250 anos dos EUA. O afloramento de algas ocorreu poucos dias após a conclusão das obras, gerando críticas sobre o ritmo de correções.
Situação atual e ações administrativas
Funcionários do Serviço Nacional de Parques atuaram com equipamentos de remoção de algas e adição de peróxido de hidrogênio para limpar o fundo do espelho d’água. A Administração Nacional informou que utilizou tecnologia de nanogas para eliminar as algas.
Relatos locais indicam que, mesmo após as intervenções, parte da água permaneceu turva e grandes lascas de tinta continuaram a flutuar. A repórterina apontou que com a nova iluminação, a tonalidade permanecia visivelmente verde.
A Atlantic publicou dados de laboratório que identificaram a alga responsável como Scenedesmus, um gênero de alga verde. Também há preocupações sobre o processo de contratação da obra, com informações de contratos sem competição abrindo questionamentos sobre favorecimento.
Críticos da gestão de Trump destacaram a troca de informações entre autoridades e a imprensa, além de apontarem ligações entre doadores e as empresas envolvidas no equipamento de purificação da água. As investigações sobre o tema seguem em curso.
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