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Janones nega conversa para assumir ministério no governo Lula

Deputado destacou atuação nas redes sociais durante o segundo turno e comparou presidente reeleito à Lionel Messi

André Janones, um homem branco de cabelo preto e barba preta, usa camisa amarela do Brasil à esquerda. Ele ergue o braço de Lula, homem branco idoso de cabelo e barba grisalha com camisa azul.
Janones celebrou a reeleição de Lula | Foto: Ricardo Stuckert / Lula

O deputado federal eleito André Janones (REDE-MG) afirmou que não houve conversa sobre assumir um cargo no futuro governo do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi dada no Hotel Intercontinental, em São Paulo, após a comemoração da vitória de Lula.

“Nunca houve essa conversa. Em 2022, as pessoas diziam que o presidente Lula deveria ter me nomeado ministro. Ele não deveria porque uma condição [minha] em 2022 era que eu continuasse na Câmara dos Deputados. O meu compromisso é com a democracia e com o maior presidente que este país já teve”, afirmou.

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Janones também comentou a criação do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que reúne mais de 10 milhões de seguidores. Ao ser chamado de “maior nome do 2º turno das eleições”, o deputado rejeitou o título e atribuiu o protagonismo ao presidente.

“Eu agradeço [o título de maior nome do 2º turno], mas o nome real desta eleição é Luiz Inácio Lula da Silva. A energia vem dele, a força vem dele. Eu recebi a missão de canalizar isso”, disse.

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O deputado afirmou ainda que sua atuação nas redes sociais foi uma reação às estratégias dos adversários. “A gente reagiu à covardia. E mostrou que, da mesma forma que eles se reúnem para fazer o mal e assassinar reputações, a gente mostrou que é possível se unir para defender a democracia.”

Janones compara Lula a Messi

Ao explicar a estratégia de comunicação digital da campanha, Janones comparou Lula ao jogador argentino Lionel Messi.

“Nós jogamos para o Messi. O Messi nunca deixou de ser gênio. Ele fala na seleção da Argentina: olha, eu não consigo correr mais, mas o restante eu faço. Os jovens disseram: eu corro por você”, afirmou.

Segundo Janones, a mesma lógica foi aplicada às redes sociais durante a campanha. “Eu dizia para o Lula: ‘O senhor não tem que aprender a usar rede social. O senhor já fez o que tinha que fazer. Nas redes sociais, nós correremos pelo senhor’. E foi isso que a gente fez.”

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