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Paes investiga Autopass por proposta de compra da bilhetagem eletrônica do Jaé

- O prefeito Eduardo Paes iniciou investigação sobre a Autopass, compradora da CBD. - Autopass é ligada a empresários de ônibus de São Paulo, gerando desconfiança. - Paes critica a bilhetagem como "caixa-preta", sem controle público adequado. - Queixas-crime no Tribunal de Justiça de São Paulo envolvem direitos de software. - Ministério Público de Contas investiga contratação da Autopass sem licitação em 2020.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, decidiu iniciar uma investigação sobre a empresa Autopass, que apresentou uma proposta para adquirir a Companhia Bilhete Digital (CBD), responsável pela bilhetagem eletrônica do sistema de transporte da cidade. A decisão ocorre após reportagens indicarem que a Autopass possui vínculos com empresários do setor de ônibus em […]

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, decidiu iniciar uma investigação sobre a empresa Autopass, que apresentou uma proposta para adquirir a Companhia Bilhete Digital (CBD), responsável pela bilhetagem eletrônica do sistema de transporte da cidade. A decisão ocorre após reportagens indicarem que a Autopass possui vínculos com empresários do setor de ônibus em São Paulo, onde o sistema de bilhetagem, conhecido como Top, opera de maneira semelhante ao Riocard, o que gera descontentamento em Paes.

A investigação, conhecida como Due Diligence, visa realizar uma análise minuciosa antes de qualquer transação comercial, assegurando que as decisões sejam fundamentadas em informações precisas e confiáveis. Durante a apuração, a prefeitura encontrará no Tribunal de Justiça de São Paulo duas queixas-crime apresentadas pela Prodata Mobility do Brasil, operadora do Riocard, que acusa ex-sócios minoritários de infringir direitos relacionados ao software de bilhetagem.

Além disso, há uma investigação em andamento no Ministério Público de Contas de São Paulo, iniciada em 8 de agosto de 2024, que questiona a contratação da Autopass em 2020, realizada sem licitação. O Ministério Público de Contas (MPC) afirma que “também está claro que os responsáveis não lograram êxito em justificar a contratação direta”, o que levanta preocupações sobre a transparência e a legalidade do processo.

Essas ações refletem a preocupação de Paes com a gestão da bilhetagem no estado, que ele considera uma “caixa-preta”, onde as informações são controladas pelas empresas, e não pelo poder público. A investigação busca garantir que a operação da bilhetagem eletrônica seja feita de forma transparente e em benefício da população.

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