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Pope Leo XIV inicia pontificado com esperança de fortalecer relações católico-judaicas

Papa Leo XIV recebe líderes judeus em sua missa de inauguração, sinalizando um novo capítulo nas relações católico-judaicas.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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O Papa Leo XIV, durante sua missa de inauguração, recebeu líderes judeus, o que é visto como um sinal positivo para as relações entre católicos e judeus. Um rabino americano destacou que isso pode ajudar a salvar vidas judaicas, especialmente em um momento de crescente antissemitismo e críticas à Israel. Leo enviou uma carta a líderes judeus, enfatizando a importância do diálogo. Essa aproximação é um contraste com o relacionamento tenso que muitos tiveram com seu antecessor, o Papa Francisco, que fez comentários controversos sobre Israel e a situação em Gaza. A nova liderança do Papa Leo é esperada para promover um diálogo mais sensível e respeitoso, especialmente em relação à segurança de Israel, que é fundamental para muitos judeus. O embaixador de Israel no Vaticano elogiou o compromisso de Leo em se engajar com a comunidade judaica.

Vaticano e Comunidade Judaica: Novo Capítulo nas Relações

O Papa Leo XIV, durante sua missa de inauguração, recebeu líderes judeus, indicando um possível fortalecimento nas relações entre católicos e judeus. A cerimônia ocorreu na Praça de São Pedro, em um momento marcado por tensões históricas entre as duas comunidades.

Rabbi Noam Marans, do American Jewish Committee, destacou que a presença de líderes judeus na missa é um sinal de esperança para a melhoria das relações sob o primeiro papa nascido nos Estados Unidos. Ele enfatizou que a voz moral do Papa pode impactar positivamente a vida de muitos judeus, especialmente em um contexto de crescente antissemitismo e críticas à conduta de Israel no conflito com o Hamas.

Compromisso com o Diálogo

O novo pontífice enviou uma carta a Marans, ressaltando a importância do diálogo inter-religioso. Marans observou que nunca antes um papa havia se comunicado diretamente com um rabino americano dessa forma. A relação entre o Vaticano e a comunidade judaica passou por transformações significativas desde a proclamação “Nostra Aetate”, que rejeitou a culpa judaica pela morte de Cristo e condenou o antissemitismo.

A relação entre o Vaticano e Israel, estabelecida em mil novecentos e noventa e três, enfrenta desafios, especialmente após declarações controversas do Papa Francisco sobre Israel e Gaza. A insatisfação de líderes judeus com algumas de suas falas, especialmente sobre a guerra em Gaza, gerou um clima de tensão.

Expectativas para o Futuro

O novo papa, Leo XIV, foi elogiado por sua sensibilidade em relação ao conflito e por seu compromisso com o diálogo. O embaixador de Israel no Vaticano, Yaron Sideman, expressou otimismo quanto à disposição do papa em engajar-se em discussões significativas. Ele afirmou que não se pode separar o diálogo com os judeus do estado de Israel, onde reside uma parte significativa da população judaica.

Rabbi Joshua Stanton, que participa de iniciativas inter-religiosas, espera que o diálogo entre o Vaticano e líderes judeus se traduza em ações concretas nas comunidades locais. A expectativa é que Leo XIV promova um ambiente de diálogo aberto e respeitoso, contribuindo para a construção de pontes entre as duas tradições religiosas.

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