A audiência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Representantes dos EUA não atendeu às expectativas dos bolsonaristas, que esperavam mais pressão sobre o ministro Alexandre de Moraes. Durante o evento, Paulo Figueiredo, aliado de Jair Bolsonaro, criticou Moraes, chamando-o de “ditador de facto” do Brasil. A sessão teve pouca participação republicana e foi marcada por críticas à política de imigração de Donald Trump. O presidente da comissão, James McGovern, e Figueiredo tiveram um confronto, com Figueiredo tentando documentar as críticas a Moraes. McGovern, por sua vez, ironizou a segurança dos jornalistas nos EUA em comparação com a situação no Brasil. Figueiredo queria apoio para que o secretário de Estado, Marco Rubio, aplicasse sanções a Moraes, usando a Lei Magnitsky Global, que visa punir violadores de direitos humanos. No entanto, a audiência, que durou mais de duas horas, focou mais em depoimentos de ONGs e críticas à administração Trump do que nas denúncias contra Moraes.
A audiência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, realizada recentemente, frustrou os bolsonaristas que esperavam um aumento da pressão sobre o ministro Alexandre de Moraes. O evento, que tinha como foco a repressão política em diversos países, contou com a presença de Paulo Figueiredo, aliado de Jair Bolsonaro, que criticou Moraes, chamando-o de “ditador de facto” do Brasil.
A sessão, marcada pela ausência de apoio republicano, foi dominada por críticas à política de imigração de Donald Trump e à perseguição política nos EUA. O presidente da comissão, James McGovern, do Partido Democrata, e Figueiredo tiveram um embate, onde o brasileiro tentou documentar as críticas a Moraes no Congresso americano. McGovern, por sua vez, ironizou a segurança dos jornalistas nos EUA, contrapondo com a situação política no Brasil.
Figueiredo buscava respaldar uma possível ação do secretário de Estado, Marco Rubio, para aplicar sanções a Moraes, utilizando a Lei Magnitsky Global. Essa legislação, criada para punir violadores de direitos humanos, poderia incluir Moraes na lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Externos dos EUA, o que dificultaria suas transações financeiras.
Durante a audiência, que durou mais de duas horas, McGovern evitou interagir com Figueiredo, focando em outros depoentes, como representantes de ONGs e entidades de direitos humanos. O evento, que deveria ser um espaço para reforçar as denúncias contra Moraes, acabou se tornando um palco para críticas à administração Trump e à situação política nos Estados Unidos.
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