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Polícia Nacional acusa hijastro da prefeita de Marbella de ser narcotraficante

Polícia revela que Joakim Peter Broberg, hijastro da alcaldesa de Marbella, atuava como intermediário no narcotráfico. Acusação pede 22 anos.

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Joakim Peter Broberg, que é o enteado da prefeita de Marbella, Ángeles Muñoz, está sendo acusado de ser um narcotraficante. Durante um julgamento, um policial afirmou que Broberg atuava como intermediário entre fornecedores e compradores de drogas, usando plataformas seguras para se comunicar. A acusação pede 22 anos de prisão para ele. O policial explicou que Broberg tinha contatos com narcotraficantes internacionais e que ele negociava a compra de drogas, como haxixe e cocaína. A investigação começou após alertas de autoridades suecas sobre narcotraficantes violentos que estavam se organizando na Espanha. Broberg foi identificado por sua conexão com outros criminosos e por usar cartões telefônicos para manter conversas secretas. O julgamento continua na Audência Nacional, onde Broberg está sendo processado junto com outras pessoas envolvidas em uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas. A defesa de Broberg questionou a legalidade da investigação e pediu a anulação de provas coletadas.

A Polícia Nacional apresentou, nesta segunda-feira, evidências contra Joakim Peter Broberg, hijastro da alcaldesa de Marbella, Ángeles Muñoz. Durante o julgamento, um policial afirmou que Broberg atuava como intermediário entre fornecedores e compradores de drogas, utilizando plataformas encriptadas. A acusação pede 22 anos de prisão.

O inspetor, que liderou parte da investigação, destacou que Broberg abastecia organizações criminosas em busca de estupefacientes. Ele detalhou como o acusado mantinha contatos com narcotraficantes internacionais e negociava operações de transporte de haxixe e cocaína. O policial afirmou que Broberg usava a plataforma Encrochat para se comunicar.

A Fiscalia também atribui a Broberg a criação de uma rede para lavar dinheiro proveniente do narcotráfico, supostamente com a ajuda de seu pai, Lars Gunnar Sune Broberg, falecido em 2023. O inspetor mencionou que Broberg tinha conexões com narcotraficantes suecos, que buscavam fornecedores na Espanha.

Durante o interrogatório, o policial revelou que Broberg e outros suspeitos se encontraram em um ferry entre Tánger e Tarifa em fevereiro de 2019. As investigações começaram após alertas das autoridades suecas sobre narcotraficantes violentos viajando para a Espanha. Broberg foi identificado como um elo entre clientes e fornecedores.

O julgamento, que ocorre na Audiencia Nacional, envolve uma organização criminosa internacional dedicada ao tráfico de drogas. A defesa de Broberg questionou a legalidade das investigações, alegando que eram “prospectivas” e sem indícios concretos no início. Eles também pediram a anulação de escuta telefônica e registros que sustentam as acusações.

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