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TJRJ implementa distribuição igualitária de processos para agilizar atendimento judicial

TJRJ implementa distribuição igualitária de processos nas varas cíveis a partir de 2 de junho, visando agilidade e equidade no Judiciário.

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro vai mudar a forma como distribui processos nas varas cíveis a partir de 2 de junho. A nova abordagem busca tornar o atendimento mais rápido e justo para todos os cidadãos. O presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto, e outros magistrados discutiram a mudança em uma reunião. A ideia é que a distribuição igualitária ajude a evitar a sobrecarga em algumas varas e melhore a agilidade na tramitação dos processos. A medida foi proposta pela Comissão de Políticas Institucionais para Eficiência Operacional e Qualidade dos Serviços Judiciais, liderada pela desembargadora Jacqueline Lima Montenegro.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) implementará um novo modelo de distribuição igualitária de processos nas varas cíveis a partir de 2 de junho. A medida visa agilizar e equilibrar o atendimento aos cidadãos que buscam a Justiça. O anúncio foi feito em reunião com o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, e outros magistrados.

A iniciativa foi elaborada pela Comissão de Políticas Institucionais para Eficiência Operacional e Qualidade dos Serviços Judiciais (Comaq), presidida pela desembargadora Jacqueline Lima Montenegro. Segundo Jacqueline, o aumento da judicialização tem impactado a prestação jurisdicional, e a nova distribuição busca garantir condições melhores para os juízes e um atendimento igualitário aos cidadãos, independentemente de sua localização.

O presidente do TJRJ, Ricardo Couto, destacou que a mudança é fruto de um estudo técnico e pediu apoio dos magistrados. Ele afirmou que a equalização na distribuição de processos é um marco para a Justiça fluminense. O corregedor-geral da Justiça, desembargador Cláudio Brandão de Oliveira, ressaltou que a medida deve racionalizar o trabalho e melhorar o fluxo processual, evitando a sobrecarga de algumas varas.

A expectativa é que, com a nova abordagem, o TJRJ consiga reduzir o tempo de tramitação dos processos e oferecer um serviço mais eficiente à população. A mudança conta com a participação de representantes da Cojes, da Amaerj e juízes auxiliares da Presidência e da Corregedoria.

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