Uma mulher de 22 anos, Leticia Paul, faleceu em um hospital de Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, após sofrer um choque anafilático durante um exame de tomografia. O incidente ocorreu na última quarta-feira, 20, quando Leticia teve uma reação grave ao contraste utilizado no procedimento, mesmo após receber atendimento médico.
O contraste, uma substância química frequentemente à base de iodo, bário ou gadolínio, é essencial para evidenciar alterações em órgãos e tecidos durante exames de imagem. Ele pode ser administrado por via oral, injeção ou diretamente em articulações, dependendo do tipo de exame. Normalmente, o paciente deve passar por um jejum de 2 horas e informar ao médico sobre alergias e condições de saúde antes do uso do contraste.
Embora a maioria dos pacientes não apresente complicações, reações alérgicas graves podem ocorrer em casos raros. Os efeitos colaterais podem incluir queda da pressão arterial e problemas renais, com sinais aparecendo até 48 horas após a administração. Após o incidente, Leticia foi entubada, mas não resistiu às complicações.
A morte de Leticia levanta preocupações sobre a segurança do uso de substâncias de contraste em exames médicos. Profissionais de saúde enfatizam a importância de seguir orientações pré-exame e monitorar pacientes para evitar reações adversas.
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