A anchova, peixe marinho de pequeno porte, é consumida globalmente e ganha destaque por seu perfil nutricional. Presente em muitos países, incluindo Brasil, Itália e Espanha, oferece sabor marcante e diversos benefícios à saúde.
Na prática, a anchova pode ser consumida fresca, em conserva ou salgada. Em águas tropicais e temperadas, é comum no litoral brasileiro, especialmente RJ e SC, além do Mediterrâneo, onde é tradicional na culinária.
Características e origem
É membro da família Engraulidae e pode chegar a 1 metro, mas a maioria fica em torno de 40 cm. Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e cefalópodes, servindo também como alimento para predadores maiores.
Benefícios para a saúde
Rica em proteínas completas, cálcio, ferro, vitaminas A e D, e ômega-3, a anchova contribui para ossos saudáveis, função cerebral e saúde cardiovascular. Selenio reforça o sistema imunológico.
Uso culinário e conservação
Na cozinha, aparece assada, grelhada, frita ou em ensopados, além de conservar. O sabor fica mais intenso quando preparada em salmoura, como o aliche, que altera textura e aroma.
Cuidados na compra
Para consumo fresco, escolha peixe com aparência íntegra, cor vibrante e odor suave. Evite opções com odor forte ou aspecto desagradável, e prefira conservação em refrigeração.
Contexto regional e tradições
Na dieta mediterrânea, a anchova é comum em pizzas, massas e saladas, com destaque para a anchova de Santoña na Espanha. Em Portugal e outros países, o peixe figura como ingrediente versátil.
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