Fernanda Vasconcellos, 32, gerente de negócios de São Paulo, revelou à revista CRESCER que optou por não saber o sexo da filha Tiê até o parto. A decisão foi tomada antes da gravidez, em consonância com um estilo de vida que não prioriza rótulos de gênero.
A gestação foi planejada e, durante o período, não houve expectativa sobre o sexo do bebê. Tiê tem hoje três meses. Fernanda relatou que a experiência foi centrada no momento presente, sem romantizar mudanças, e que houve apoio do marido em todo o processo.
A decisão de não realizar chá revelação ou antecipar a informação se manteve mesmo diante da curiosidade de familiares, que respeitaram a escolha. A paleta de cores do enxoval seguiu tons neutros e terrosos, sem foco específico em gênero.
O Parto
O parto ocorreu após início de contrações no dia 5 de janeiro, em meio a uma temporada de festas. A bolsa estourou no trajeto de casa para o hospital, onde Tiê chegou ao mundo em ambiente de parto natural.
A equipe contou com doula, enfermeira obstétrica e médica obstetra. A mãe optou pelo parto normal, que incluiu banho de banheira e uso de técnicas de respiração. Em poucos momentos, a bebê nasceu com boa vitalidade.
O encontro entre mãe e filha foi descrito como intenso, com forte conexão desde o primeiro momento. Apesar de não ter sabido o sexo no instante do nascimento, Fernanda disse que o importante era a saúde de Tiê.
Após o parto, Fernanda relata recuperação mais rápida devido ao parto normal. Ela enfatizou a presença consciente e o vínculo com a filha, sem intervenções desnecessárias, mantendo o foco no bem-estar.
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