Um levantamento de 2025 do Dog Aging Project, em parceria com a Texas A&M University e a University of Washington, aponta que 18% dos cães no Brasil foram considerados acima do peso pelos tutores. A notícia alerta para os riscos à saúde canina associados ao excesso de peso.
A obesidade canina está ligada a doenças graves como diabetes, problemas cardíacos, alterações articulares e distúrbios renais. Além disso, pode agravar condições já existentes e reduzir a qualidade de vida, encurtando a convivência entre tutor e animal.
Segundo a médica-veterinária Vanessa Barreto, da Dog Life, a raiz do problema envolve sedentarismo, alimentação inadequada e maior permanência em ambientes internos com pouca energia gasta. O alerta é para que tutores observem sinais de sobrepeso.
Sinais comuns de obesidade incluem dificuldade para sentir as costelas, barriga arredondada sem definição de cintura, cansaço em atividades simples e relutância para se movimentar. O ronco frequente durante o sono também pode indicar ganho de peso.
Sinais e diagnóstico
Se surgirem dois ou mais sinais, é recomendável marcar consulta veterinária. O acompanhamento regular facilita a identificação precoce do ganho de peso e evita complicações.
Como ajudar o cachorro a perder peso
Mudanças no dia a dia costumam ter efeito significativo. Um ajuste alimentar orientado por um veterinário, controle de petiscos, atividade física diária e enriquecimento ambiental ajudam. Cães idosos requerem cuidado extra.
Exames e tratamento
Exames de rotina como hemograma, glicemia e perfil bioquímico avaliam funções metabólicas e ajudam a detectar distúrbios endócrinos. Em alguns casos, podem ser indicados exames hormonais ou ultrassonografia para avaliação detalhada.
Prevenção e planos de cuidado
A prevenção depende de acompanhamento veterinário regular e hábitos saudáveis contínuos. Um plano de saúde pet facilita acesso a consultas, exames e especialistas, promovendo cuidado preventivo integrado à rotina.
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