O medo de avião permanece mais comum do que se imagina e pode afetar a rotina de quem viaja com frequência. Em menos de um ano, Lívia Andrade relatou passar por duas panes durante voos, reacendendo o debate sobre a segurança emocional em trajetos aéreos.
A situação de Lívia serve para ilustrar como experiências marcantes no avião podem deixar qualquer pessoa mais tensa ao embarcar. O medo, porém, não é exclusivo de celebridades; ele atinge uma parcela expressiva da população, às vezes virando fobia e impactando vida pessoal e profissional.
Dados indicam que o receio de viajar de avião é popular no Brasil. Uma pesquisa do Instituto Real Time Big Data aponta que 65% dos brasileiros têm esse temor, e 51% passaram a sentir mais ansiedade após algum trauma.
Fatos e exemplos
Entre os famosos que já falaram publicamente sobre o tema estão Fátima Bernardes, Tata Werneck, Fernanda Torres, Ana Castela e Faustão. Cada um lida com o problema de forma distinta, mas todos mostram que a ansiedade pode atingir perfis variados.
Como enfrentam o medo
Fátima Bernardes relatou usar terapia e, em alguns voos, medicação prescrita para conseguir voar. Tata Werneck disse viajar com médico em situações específicas e precisar estar medicada. Fernanda Torres observa as pessoas ao redor para se sentir mais segura.
Ana Castela descreveu grande tensão durante turbulência forte, recorrendo à oração. Faustão também é citado como pessoa que já enfrentou pânico ao voar. Esses relatos evidenciam que há estratégias diversas de enfrentamento.
Sintomas e impactos
Os sinais costumam aparecer antes do embarque e incluem tremores, falta de ar, taquicardia, sudorese, náuseas, irritação e tontura. Quando se repetem, o medo pode levar à evasão de viagens, compromissos e oportunidades.
Tratamentos disponíveis
Especialistas ressaltam que há tratamento para superar o medo de voar. A abordagem pode envolver psicólogos, psiquiatras e, em alguns casos, profissionais da aviação. Técnicas incluem terapia cognitivo-comportamental, controle da ansiedade, psicoeducação, realidade virtual e simuladores de voo.
Em situações específicas, a medicação pode ser indicada e, às vezes, há voo terapêutico com acompanhamento durante a decolagem. O objetivo é reduzir a ansiedade de forma gradual e segura.
Caminhos para voar com mais tranquilidade
O processo de superação exige tempo e orientação adequada. O primeiro passo é reconhecer o problema sem culpa, seguido de busca por ajuda especializada. Com suporte apropriado, a experiência de voar pode se tornar mais leve e previsível.
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