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Supercafé: a bebida que promete energia e foco, mas exige moderação no consumo

Supercafé ganha destaque no Dia Mundial do Café; especialistas alertam sobre riscos do consumo excessivo e a importância da moderação.

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O Dia Mundial do Café, comemorado em 14 de outubro, destaca o supercafé, uma versão melhorada do café tradicional. Este produto contém cafeína, óleo de coco, vitaminas do complexo B e taurina, e promete aumentar a concentração e fornecer energia para atividades físicas. Em 2024, as buscas por supercafé atingiram um pico, com o SuperCoffee, da marca Caffeine Army, sendo o mais popular, disponível em vários sabores e custando cerca de R$ 220,00. Outras marcas, como Plant Power e Desinchá, também estão ganhando espaço. O interesse pelo supercafé é evidente nas redes sociais, com a hashtag #supercoffee tendo mais de 84 mil postagens. No entanto, especialistas alertam sobre os riscos do consumo excessivo. Bruno Gualano, professor da USP, afirma que a cafeína pode afetar o sono e aumentar a frequência cardíaca, recomendando moderação, especialmente para quem tem problemas de saúde. A nutricionista Mariana Melendez sugere que é importante consultar um médico para evitar suplementações desnecessárias. O supercafé é popular entre quem se exercita, sendo usado como pré-treino, mas Gualano critica a eficácia de alguns ingredientes, que não têm comprovação científica de benefícios para o desempenho esportivo. Melendez destaca que um bom sono e um estilo de vida saudável são essenciais para a concentração.

O Dia Mundial do Café, celebrado em 14 de outubro, destaca o supercafé, uma versão enriquecida da bebida tradicional. Este produto, que contém cafeína, óleo de coco, vitaminas do complexo B e taurina, promete benefícios como aumento da concentração e energia para atividades físicas. As buscas por “supercafé” atingiram recordes em 2024, com o SuperCoffee, da marca Caffeine Army, liderando o mercado.

O SuperCoffee é oferecido em diversos sabores e pode custar cerca de R$ 220,00. Outras marcas, como Plant Power e Desinchá, também estão se destacando nesse segmento. O interesse pelo supercafé é evidente nas redes sociais, onde a hashtag #supercoffee já conta com mais de 84 mil publicações de consumidores que compartilham suas experiências.

Especialistas alertam para os riscos do consumo excessivo do supercafé. Bruno Gualano, professor da Faculdade de Medicina da USP, destaca que a cafeína pode prejudicar o sono e aumentar a frequência cardíaca, exigindo moderação, especialmente para quem tem problemas cardíacos. A nutricionista Mariana Melendez também recomenda avaliação médica para evitar suplementações desnecessárias.

O supercafé é popular entre praticantes de atividades físicas, sendo utilizado como pré-treino. Gualano, no entanto, critica a eficácia de alguns ingredientes, afirmando que muitos não têm comprovação científica de impacto na performance esportiva. Melendez ressalta que a base para uma boa concentração ainda é um sono de qualidade e um estilo de vida saudável.

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