A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a produção, venda e uso de dezenove produtos da marca Black Skull Pharma, conhecida por seus suplementos esportivos. A decisão, publicada no Diário Oficial da União em 7 de março de 2024, se baseia no fato de que os itens são manipulados e, portanto, não podem ser […]
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a produção, venda e uso de dezenove produtos da marca Black Skull Pharma, conhecida por seus suplementos esportivos. A decisão, publicada no Diário Oficial da União em 7 de março de 2024, se baseia no fato de que os itens são manipulados e, portanto, não podem ser comercializados ao público em geral.
Os produtos manipulados são aqueles feitos em farmácias de manipulação, seguindo uma prescrição médica que determina sua composição e uso específico. A resolução n° 96/2008 da Anvisa proíbe a publicidade de produtos manipulados para o público, uma vez que são individualizados para cada paciente. A agência constatou que a Black Skull estava promovendo produtos manipulados de forma padronizada em seu site, o que contraria a legislação brasileira.
A proibição abrange todos os lotes dos dezenove produtos identificados. A decisão foi direcionada à OficialMed Farmácia de Manipulação Apucarana, responsável pela fabricação dos itens sob a marca Black Skull. Em resposta, a Black Skull afirmou que nenhum produto de sua linha tradicional de suplementos alimentares foi alvo de proibição, destacando que seus produtos seguem padrões internacionais de qualidade e a regulação sanitária brasileira.
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