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Labrador Pudim, cão doador de sangue, morre após intoxicação por planta tóxica

Labrador Pudim, doador de sangue e suporte emocional, morreu após ingerir planta tóxica em São Paulo. Conheça os riscos da Cycas revoluta.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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Pudim, um labrador chocolate de 9 anos, faleceu após ingerir partes da planta Cycas revoluta, que é muito tóxica e pode causar falência hepática. Ele era conhecido por ser um cão doador de sangue e por ajudar sua dona, Fabiana Amaral, que tem autismo, a lidar com crises de ansiedade. Pudim ficou doente após mastigar a planta em um jardim na Vila Madalena, em São Paulo, e passou cinco dias na UTI antes de morrer. A Cycas revoluta é comum em várias áreas da cidade e não possui antídoto. Fabiana lamentou a morte do cão e alertou sobre os perigos da planta, que é cultivada em muitos lugares, apesar de ser proibida em algumas cidades. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente recomenda cautela com plantas tóxicas em áreas públicas e privadas.

O labrador chocolate Pudim, de nove anos, faleceu após ingerir partes da planta Cycas revoluta, altamente tóxica. O incidente ocorreu em uma área ajardinada na Vila Madalena, em São Paulo, e resultou em falência hepática após cinco dias de internação na UTI.

Pudim era conhecido por ser um cão doador de sangue e por oferecer suporte emocional à sua dona, Fabiana Amaral, que está no espectro do autismo. A planta, que pode ser encontrada em diversos locais da cidade, é perigosa para animais de estimação e não possui antídoto. Fabiana expressou sua tristeza ao ver o estado debilitado de Pudim, que apresentava sintomas como icterícia.

A Cycas revoluta é uma planta ornamental comum em jardins e praças, mas sua toxicidade é um risco significativo. Em algumas cidades, como Rio de Janeiro e Uberaba, o plantio dessa espécie é proibido. Em São Paulo, a proibição foi revogada em 2022, permitindo seu cultivo em áreas públicas.

De acordo com o médico veterinário Marcelo Quinzani, os sintomas de intoxicação podem aparecer rapidamente e incluem vômito, diarreia e cansaço extremo. Ele alerta que a intoxicação por plantas é um problema frequente em clínicas veterinárias, especialmente com cães jovens que têm acesso a jardins.

Fabiana Amaral deseja que a história de Pudim sirva de alerta para outros tutores, enfatizando que nenhum animal merece passar pelo que seu cão passou. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente recomenda cautela no uso de plantas potencialmente tóxicas em áreas acessíveis a crianças e animais.

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