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Mounjaro chega ao Brasil e gera busca por alternativas mais baratas para emagrecimento

Alternativas ao Mounjaro, como o "mounjaro de pobre", ganham destaque nas redes sociais, mas especialistas alertam sobre sua eficácia limitada.

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O Mounjaro, um medicamento para diabetes tipo 2, deve chegar às farmácias do Brasil em maio, com preços variando de R$ 1.406 a R$ 2.384. Ele tem atraído atenção por ajudar na perda de peso, embora a Anvisa só tenha aprovado seu uso para diabetes. O termo “mounjaro de pobre” está em alta nas redes sociais, com pessoas buscando alternativas mais baratas, como fibras e suplementos. No entanto, especialistas alertam que essas opções não têm a mesma eficácia do Mounjaro. O medicamento age controlando a glicose e o apetite, enquanto as alternativas, como o psyllium, podem ajudar, mas não substituem o tratamento médico. O uso inadequado de suplementos pode trazer riscos à saúde, e a perda de peso duradoura requer mudanças de hábitos e acompanhamento profissional.

O Mounjaro, medicamento aprovado para diabetes tipo 2, deve chegar às farmácias brasileiras na primeira quinzena de maio. Os preços variam entre R$ 1.406 e R$ 2.384. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou sua venda apenas para tratamento de diabetes, mas médicos podem prescrevê-lo off-label para obesidade.

O interesse pelo Mounjaro cresceu nas redes sociais, especialmente entre aqueles que buscam emagrecimento. O termo “mounjaro de pobre” se tornou popular, refletindo a busca por alternativas mais acessíveis. Dados do Google Trends mostram que as pesquisas por essa expressão aumentaram 512,5% entre janeiro e abril de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

As alternativas incluem fibras como o psyllium e suplementos como Slim Gota Black e Ozenvitta, que prometem emagrecimento a um custo menor. No entanto, especialistas alertam que esses produtos não têm a mesma eficácia do Mounjaro e podem não ser adequados para todos. A endocrinologista Lorena Lima Amato explica que o Mounjaro combina dois peptídeos intestinais, o GLP-1 e o GIP, que ajudam no controle glicêmico e na saciedade.

Embora o Mounjaro tenha um custo elevado, seu uso é considerado mais eficaz no tratamento da obesidade e diabetes em comparação a alternativas. A médica Maria Fernanda Barca destaca que o medicamento reduz a gordura visceral e melhora a saúde hepática. Por outro lado, o uso de alternativas sem supervisão médica pode resultar em riscos à saúde, como perda de massa muscular e efeito rebote no emagrecimento.

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