A vacina Qdenga, desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda, está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e nas redes privadas do Brasil. O imunizante é indicado para pessoas entre 4 e 60 anos, independentemente de histórico de infecção por dengue. A vacinação consiste em duas doses, com um intervalo de três meses, e visa estimular […]
A vacina Qdenga, desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda, está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e nas redes privadas do Brasil. O imunizante é indicado para pessoas entre 4 e 60 anos, independentemente de histórico de infecção por dengue. A vacinação consiste em duas doses, com um intervalo de três meses, e visa estimular a produção de anticorpos contra os quatro sorotipos do vírus da dengue.
Além da Qdenga, existe a Dengvaxia, produzida pela Sanofi, que é oferecida em clínicas particulares para indivíduos de 6 a 45 anos. Esta vacina é administrada em três doses, com um intervalo de seis meses. O Ministério da Saúde prioriza a vacinação de jovens entre 10 e 14 anos, que representam uma alta taxa de hospitalizações. A vacinação é contraindicada para gestantes, lactantes e pessoas com imunodeficiência, além de não ser recomendada para quem nunca foi infectado com dengue no caso da Dengvaxia.
Os preços da vacina Qdenga variam nas redes privadas, com valores em torno de R$ 349,90 a R$ 379,99. A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, é uma arbovirose que atinge seu pico entre outubro e maio, apresentando sintomas como febre e dores. A dengue hemorrágica, uma forma mais grave, pode ocorrer após três dias dos sintomas iniciais e é mais comum em grupos de risco, como idosos e gestantes.
Não há tratamento específico para a dengue, sendo recomendados repouso e hidratação. Medicamentos como paracetamol e dipirona podem ser utilizados para aliviar os sintomas, enquanto anti-inflamatórios como ibuprofeno e ácido acetilsalicílico devem ser evitados. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a evolução da doença.
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