O licopeno, pigmento avermelhado presente no tomate, foi associado a efeitos anticâncer em um estudo recente. Pesquisadores iranianos revisaram centenas de pesquisas e destacaram a relação entre consumo de tomate e redução do risco de câncer, especialmente de mama e próstata. A publicação ocorreu em fevereiro no Frontiers in Nutrition.
O trabalho reforça que o licopeno atua como antioxidante, ajudando a minimizar danos no DNA das células. A substância neutraliza radicais livres e pode agir em conjunto com outros nutrientes presentes no tomate, como vitaminas, potássio e ácido fólico.
Como o licopeno age no organismo
Segundo os pesquisadores, o tomate destaca-se entre as fontes de licopeno, em parte devido à sua presença em molhos que incrementam massas e pizzas. O aquecimento facilita a liberação da substância para o organismo.
Outro ponto ressaltado é a maior biodisponibilidade do licopeno quando ele é ingerido com gorduras, como o azeite. A absorção ocorre no intestino e depende do meio em que o alimento é preparado e consumido.
Ainda que o licopeno tenha potencial anticâncer, especialistas destacam que a saúde depende de um estilo de vida global. Alimentação equilibrada, prática de atividades físicas e ausência de tabagismo fortalecem os efeitos benéficos observados em estudos.
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