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Guia passo a passo para reduzir o tempo de tela

Brasil é o segundo país com maior tempo de tela, com nove horas diárias; guia traz técnicas para reduzir estímulos e retomar atividades analógicas

Imagem de um jovem com um gigantesco olho no lugar da cabeça checando o celular. Ao fundo, vê-se um muro de tijolos aparentes.
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O que aconteceu: em 2026, uma matéria reúne dicas para diminuir o tempo de tela, com foco em quem quer se desconectar. O material apresenta uma série de estratégias práticas para reduzir estímulos e reorganizar hábitos digitais.

Quem está envolvido: o conteúdo é composto pela síntese de orientações publicadas pela Superinteressante, com referências de materiais fotográficos de Kamilla Sill e colaboração com a editora Jandaia para materiais de papelaria.

Quando e onde: a publicação circula no Brasil em 2026, destacando dados nacionais sobre o tempo médio de uso de telas e propondo medidas para o cotidiano dos leitores.

Como funciona o guia: o texto explica, de forma direta, como medir o tempo de tela usando recursos nativos de iOS e Android, além de sugerir mudanças simples na rotina para reduzir a exposição aos dispositivos.

Por que é relevante: o material aponta que o Brasil ocupa posição de destaque em tempo de tela, com valores próximos a 9 horas diárias somando celular, computador e TV, sustentando a necessidade das propostas apresentadas.

Reduzindo estímulos

O guia recomenda tornar o celular menos atraente. É possível usar configurações que reduzem cores ou deixam a tela em preto e branco. Outra opção é o aplicativo Minimalist Phone, que transforma a tela inicial em uma lista de apps sem ícones chamativos.

Adicionando controles

Nas configurações do celular, deve-se estabelecer limites diários para cada aplicativo. Ao alcançar o teto, o usuário recebe alerta. Existem serviços que atrasam ou bloqueiam o acesso, como o ScreenZen, que exige atividades de matemática para prosseguir.

Voltando ao analógico

O texto incentiva a reconquista de itens tradicionais. Despertador ao lado da cama, relógio no pulso, planner, caderno para anotações e consumo de notícias em versões impressas são sugeridos como alternativas ao uso constante do digital.

Detox digital

O conteúdo alerta para o uso inconsciente das telas e recomenda desligar notificações desnecessárias. Não levar o celular para o quarto é outra orientação para melhorar o sono. Além disso, o guia sugere buscar hobbies que preencham o tempo sem exigir desempenho produtivo, como atividades ao ar livre, interação social e prática de exercícios.

Complementos práticos

O material ressalta que o objetivo é equilibrar o tempo de tela com atividades prazerosas e informativas, evitando pressa e dependência de estímulos digitais. Também menciona a parceria da Super com a editora Jandaia para lançamentos de cadernos e planners com o design da revista, como apoio útil para quem quer manter o hábito de anotar ideias e planejar o dia.

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