A disputa por soluções de armazenamento de energia solar e eólica envolve duas apostas: hidrelétricas reversíveis, conhecidas como rebobinas, e megabaterias. O objetivo é manter a rede estável quando a geração é alta de dia e baixa à noite.
Hidrelétricas reversíveis operam como usinas comuns durante o dia, gerando energia. À noite, elas voltam a funcionar usando energia armazenada para suprir a demanda. A ideia é reduzir desperdícios de energia gerada no período diurno.
Megabaterias armazenam energia em grandes baterias, em locais variados. Elas prometem instalação rápida e expansão escalável para engarregar renováveis durante longos períodos.
Especialistas apontam que custos, eficiência, impacto ambiental e capacidade de armazenamento definem a escolha entre as tecnologias. Rebobinas já estão consolidadas no Brasil; megabaterias estão em expansão e testes.
O primeiro leilão de armazenamento de energia está previsto para abril. O objetivo é testar as tecnologias em escala comercial e estimular concorrência, com previsões de avanços e redução de preços.
A adoção de armazenamento eficiente é crucial para a estabilidade do sistema elétrico, diante da expansão de solar e eólica. O desafio é equilibrar geração e consumo, assegurando fornecimento noturno.
A discussão sobre qual tecnologia dominará o cenário brasileiro deve seguir nos próximos anos. O país busca uma combinação mais eficiente e sustentável para ampliar o uso de renováveis e reduzir dependência de fósseis.
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