Blizzard afirma estar aberto a novas tecnologias de IA generativa, desde que usadas de forma responsável e sob governança interna. A visão é permitir que equipes usem ferramentas já disponíveis, desde que estejam confortáveis com o ritmo e os valores da empresa.
Porém, a equipe de Overwatch adota posição distinta. O diretor do game, Aaron Keller, diz que o Overwatch busca um universo que pareça artesanal, sem conteúdo gerado por IA para os jogadores. A ideia é manter a percepção de criação humana em todo o jogo.
A governança de IA da Blizzard envolve uma equipe central dedicada, capaz de avaliar segurança, impacto e alinhamento com os valores da empresa. A proposta é permitir exploração criativa com tools de IA, sem comprometer a qualidade ou a identidade do jogo.
No caso específico de Overwatch, a equipe não está interessada em incorporar heróis, mapas ou skins criados por IA no momento. A posição reflete uma prioridade de manter a experiência como um universo feito à mão, ao menos por ora.
O contexto vem à tona em meio a discussões sobre IA no setor, que acompanham movimentos de união de equipes internas na empresa, incluindo times de Overwatch e Diablo. Enquanto a Microsoft pressiona por IA, a resposta interna varia entre unidades.
Atenção, ainda,: Overwatch passa por uma reformulação na próxima semana, com mudança de título, cinco novos heróis e reestruturação do conteúdo sazonal para priorizar narrativa linear.
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