O eclipse solar anular, conhecido como anel de fogo, ocorrerá na terça-feira (17) pela manhã, no horário de Brasília. A Lua ficará entre a Terra e o Sol, mas estará mais distante, não cobrindo totalmente o disco solar.
A explicação é geométrica: nesse arranjo, a Lua está próxima do apogeu, o ponto mais distante de sua órbita, o que reduz seu diâmetro aparente frente ao Sol. Resultado: o halo luminoso ao redor do astro.
A visibilidade é marcada: o eclipse será visto na totalidade apenas na Antártida. Regiões do Pacífico Sul, do Oceano Índico e uma faixa próxima à África do Sul terão observação parcial.
No Brasil, não há previsão de visibilidade, pois a sombra da Lua não alcançará o território. A faixa de alinhamento é estreita, limitando quem poderá acompanhar o fenômeno.
Segundo o analista, a observação depende de localização: apenas pontos específicos do planeta registram o eclipse. A condição de visibilidade varia conforme a posição do observador.
Uma nota de planejamento: há previsão de um novo eclipse solar anular para 6 de fevereiro de 2027, com possibilidade de observação parcial em diferentes regiões do Brasil.
Calendário de eclipses solares e lunares
- 17 de fevereiro de 2026: eclipse solar anular na Antártida; parcial na África e na América do Sul.
- 3 de março de 2026: eclipse lunar total visível nas Américas, Ásia e Austrália.
- 12 de agosto de 2026: eclipse solar total visível na Groenlândia, Islândia, Espanha, Rússia e Portugal.
- 27 a 28 de agosto de 2026: eclipse lunar parcial nas Américas, Europa e África.
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