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Ferramenta do Google Lens é comprometida por roubo de credenciais

Extensão QuickLens do Chrome, antes recomendada, foi comprometida e usada para roubo de credenciais; Google a removeu da Chrome Web Store

Extensão do Chrome para Google Lens é atacada por hackers
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O Google Lens, ferramenta de busca integrada ao navegador Chrome, esteve na mira de cibercriminosos após uma extensão recentemente comprometida ter sido usada para roubar credenciais. O problema envolveu a extensão QuickLens, que permitia pesquisar no Google Lens diretamente pelo navegador.

A QuickLens já havia recebido selo de recomendação do Google e contava com cerca de 7.000 usuários. Em 17 de fevereiro, pouco mais de duas semanas após o proprietário original vender o projeto, foi lançada a versão 5.8 com scripts maliciosos. A atualização atacou por meio de técnicas de ClickFix e roubo de informações.

Quem revelou o incidente foi a equipe da Forbes, citando estudo do Bleeping Computer. O relato aponta que a atualização maliciosa removia cabeçalhos de segurança, limpava rastros e executava código remotamente por meio de um carregamento de pixel de imagem.

O incidente ocorreu em meio a atualizações automáticas do Chrome, que permitiram a distribuição da ferramenta de ataque para usuários existentes. O alvo final eram credenciais de criptomoedas e endereços de carteiras digitais. Não houve confirmação de danos globais, mas o risco foi considerado alto pelos pesquisadores.

Em resposta, o Google removeu a extensão QuickLens da Chrome Web Store e o navegador a desativou automaticamente. A empresa também informou que usuários com a extensão instalada devem ficar atentos a alertas falsos de atualização. A prática reforça a necessidade de baixar apenas apps de fontes oficiais confiáveis.

Como lições, especialistas destacam cautela com atualizações automáticas e revisão de permissões. A recomendação permanece: utilize apenas lojas oficiais e verifique a autenticidade de notificações, evitando cliques em links duvidosos.

A atualização sobre o caso foi publicada originalmente pela Forbes, com base em informações do Bleeping Computer.

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