O Mato Grosso do Sul vive um surto de Chikungunya em uma das maiores reservas indígenas do país, localizada em Dourados. O quadro é crescente, com quatro mortes registradas até o momento. Medidas de saúde foram acionadas para conter a transmissão.
Na aldeia, foi montado um centro de triagem improvisado para acelerar atendimentos de moradores com sintomas da doença. Exames de sangue são coletados e medicamentos distribuídos para pacientes suspeitos e confirmados.
A reserva abriga aproximadamente 22 mil indígenas de três etnias. Ao todo, são cerca de 700 avisos de síndrome febril e mais de 200 casos confirmados. O armazenamento inadequado de água em parte da comunidade é apontado como fator contributivo para a proliferação do mosquito.
Ações e respostas oficiais
A força nacional do SUS foi acionada para traçar estratégias de combate. Pesquisadores da Fiocruz e do Ministério da Saúde chegaram a MS nesta quinta-feira para acompanhar as frentes de trabalho.
Agentes de saúde percorrem as aldeias para eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti e orientar moradores. As autoridades destacam a necessidade de melhorias estruturais e de vigilância para reduzir novos casos.
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