Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bluesky: rede social descentralizada que rivaliza com o X de Elon Musk

Bluesky aposta no protocolo AT para rede social descentralizada, buscando interoperabilidade, controle de dados e moderação personalizável

Imagem da matéria: O que é Bluesky? A rede social descentralizada rival do X de Elon Musk
0:00
Carregando...
0:00

O Bluesky é apresentado como uma rede social descentralizada que busca ir além do simples aplicativo. O serviço oferece recursos familiares aos usuários de X, como comentários, curtidas e repostagens, com algumas diferenças sutis, como um limite de 265 caracteres por post. Além disso, o Bluesky já adicionou mensagens diretas, GIFs, vídeos e cashtags.

Entre os recursos, destacam-se feeds personalizados e “kits iniciais” com convites para recomendar feeds e usuários. O uso de bloqueio é semelhante ao observado em outras plataformas, permitindo ocultar posts e restringir interações. Em agosto de 2024, foram incluídos recursos anti-toxidade para desmarcar citações e ocultar respostas.

Protocolo AT: a inovação central

Embora a experiência do usuário tenha semelhanças com o X, o objetivo do Bluesky é oferecer um protocolo de rede social descentralizado, chamado protocolo de transporte autenticado (AT). A tecnologia é aberta e pode ser utilizada por qualquer pessoa ou empresa, assim como ocorre com blockchains públicas.

O AT permite a criação de uma federação de redes sociais que podem interagir entre si. Usuários podem hospedar seus próprios servidores ou delegar a hospedagem a terceiros, mantendo controle sobre dados e relacionamentos. A proposta visa proteger dados e reduzir a influência de grandes entidades centralizadas.

Impacto para usuários e interoperabilidade

Com o AT, não é necessário abandonar o Bluesky para migrar entre plataformas. Perfis, contatos e mensagens podem ser transferidos para serviços compatíveis com o protocolo, minimizando fricção ao trocar de serviço. A interoperabilidade é vista como passo-chave rumo à descentralização.

O Bluesky também aposta em recursos de verificação e uso de nomes de domínio como identidade, fortalecendo a confiabilidade entre usuários. A plataforma propõe ainda “moderação componível” e um mercado de algoritmos, com alternativas de feeds cronológicos ou personalizados.

Rumo ao futuro e cenário de mercado

O Bluesky disputa espaço com outras redes descentralizadas que ganharam força após a aquisição do Twitter em 2022, como Nostr, Mastodon e Threads. Enquanto o X, do ex-CEO Elon Musk, registra centenas de milhões de usuários ativos, o Bluesky soma dezenas de milhões.

Financiamentos recentes fortalecem a perspectiva de crescimento: US$ 8 milhões (2023), mais US$ 15 milhões (outubro de 2024) e US$ 100 milhões na Série B (abril de 2025). Analistas apontam que, ainda que o cenário seja incipiente, a tendência é de maior transparência e interoperabilidade entre plataformas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais