O que aconteceu: um boato sobre a morte da tartaruga mais velha do mundo ganhou as redes, apresentado como uma brincadeira de 1º de abril. O anúncio partiu de um perfil no X que fingia ser o veterinário responsável por Jonathan.
Quem está envolvido: o perfil falso pretendia ser Joe Hollins, cuidador do animal, e disseminou a notícia. A falsa publicação chegou a veículos internacionais e a pesquisadores, provocando desinformação.
Quando e onde: a história começou no X e, rapidamente, ganhou força na imprensa. Jonathan vive na ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul, nos jardins da Plantation House, residência do governador.
Por quê: a mensagem enganosa visava obter doações em criptomoedas. A equipe de Hollins confirmou que o perfil era falso e que se tratava de fraude, não de uma brincadeira.
Desmentido oficial
Jonathan segue vivo na ilha. A tartaruga tem estimativa de nascimento por volta de 1832, o que pode deixá-la com cerca de 193 anos. A idade exata não é confirmada.
Na prática, Jonathan continua sob cuidados na Plantation House, acompanhado por outras três tartarugas gigantes. Seu dia a dia envolve alimentação, banhos de sol e reconhecimento de vozes próximas.
Contexto e repercussão
Histórias assim mostram como boatos se espalham rapidamente, mesmo quando desmentidos. Autoridades locais alertam para checagem de informações antes de compartilhar conteúdos sensacionalistas. Jonathan continua como símbolo de longevidade e atração de Santa Helena.
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