Regiane Santos Guimarães, 30, de Santarém (PA), passou por uma sequência de complicações durante o início da gestação após colocar um brinco em furo já existente. A infecção associada acabou levando à interrupção da gravidez, segundo relato feito pelas redes sociais.
Ela descobriu a gravidez há pouco tempo e, ao observar inflamação no furo, decidiu colocar uma argola. O quadro se agravou rapidamente, com inchaço, dor e secreção, levando-a a buscar atendimento médico entre 7 e 8 semanas de gestação.
Inicialmente, foi indicada pomada antibiótica e, no dia seguinte, houve piora. Mesmo com antibióticos administrados e novas avaliações, o sangramento persistiu, e o coração do bebê não pôde ser ouvido em exame de ultrassom.
A ultrassonografia revelou apenas o saco gestacional sem embrião visível, levando a orientações de observar alguns dias. O quadro não evoluiu e Regiane precisou ser internada; houve tentativa de tratamento medicamentoso sem sucesso, seguido de curetagem.
Durante o tratamento, a infecção exigiu cirurgia de drenagem e acompanhamento com otorrino e infectologista, além de antibióticos. Regiane permanece estável e em recuperação, com o apoio do marido e da família.
Ela afirma ter decidido compartilhar a experiência como alerta para evitar riscos semelhantes, especialmente entre quem já faz furo na orelha. Regiane destaca a surpresa da gravidez e a comoção com a perda, que afetou toda a família.
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