A Anvisa ampliou a fiscalização sobre a importação e a venda de canetas emagrecedoras e do princípio ativo utilizado nesses medicamentos. Oito empresas foram interditadas por irregularidades, incluindo falsificação de produtos e origem desconhecida. O aumento do uso dessas canetas, segundo o Conselho Federal de Farmácia, foi de 88% em 2025, elevando o desafio de controle sanitário.
Entre janeiro e março, a agência já interditou oito estabelecimentos. O objetivo é assegurar que os produtos oferecidos à população contribuam para a saúde sem apresentar riscos. A Anvisa informou que prepara novas regras de importação, manipulação e controle, com análise prevista para a próxima semana.
Ação de fiscalização e medidas da Anvisa
No balanço, a agência destacou que o volume de insumos importados nos primeiros meses do ano é suficiente para produzir cerca de 25 milhões de doses manipuladas. A fiscalização busca reduzir irregularidades e proteger pacientes.
Operação policial no Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, a Polícia Civil prendeu duas pessoas suspeitas de vender medicamentos falsificados pelas redes sociais sem autorização. A investigação aponta risco à saúde por uso de produtos inadequados, segundo a direção da Anvisa.
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