O co-criador do AlphaGo, Ioannis Antonoglou, levantou cerca de 2 bilhões de dólares para impulsionar modelos de IA de fronteira abertos. A iniciativa busca ampliar a disponibilidade de tecnologias de ponta sem depender de laboratórios fechados.
A Reflection AI, empresa ligada a Antonoglou, está em conversas para levantar mais 2,5 bilhões de dólares, com avaliação de 25 bilhões de dólares. O financiamento é apoiado pela Nvidia e pode envolver o JPMorgan Chase, segundo fontes do setor.
O objetivo é enfrentar o domínio chinês em IA de código aberto. Hoje, várias startups americanas dependem de modelos base chineses para suas atuais inovações, evidenciando um hiato com a produção de modelos frontier open source.
Cenário global da IA
Recentes acordos também incluem um contrato de 6,8 bilhões de dólares para construção do maior data center de IA da Coreia do Sul, com a participação de representantes do governo americano na cerimônia de assinatura.
No panorama americano, analistas da indústria apontam que grande parte das startups locais utiliza modelos chineses como base. Mesmo assim, iniciativas como Gemma 4, da Google, indicam tentativa de reconfigurar esse equilíbrio.
A narrativa em torno de IA aberta ganha fôlego com a visão de Antonoglou: manter modelos avançados disponíveis para uso público e adaptar tecnologias a diferentes línguas e culturas, reduzindo barreiras entre países.
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