O tema é o impacto de antidepressivos na libido feminina. A médica Carolina Ambrogini, ginecologista e sexóloga, aborda a possibilidade de alterações na sexualidade associadas a certos antidepressivos. A explicação faz parte de um texto da coluna da CRESCER.
Segundo a especialista, o desejo é influenciado por múltiplos fatores. Embora exista possibilidade de efeito negativo em sexo ou orgasmo, não há relação única para todas as pessoas. A resposta varia com a classe de medicamento e a dose.
A leitura frisa que alterações sexuais podem ocorrer logo após iniciar o uso ou aumentar a dosagem. Ainda assim, a depressão em si já pode reduzir a atividade sexual, tornando a relação entre doença e tratamento complexa.
A recomendação principal é manter o acompanhamento médico. A decisão de interromper ou ajustar a medicação deve sempre envolver o profissional, evitando que a retirada prejudique a saúde mental.
Além da medicação
Outras estratégias ajudam a lidar com depressão e ansiedade:
- Psicoterapia.
- Atividade física regular, que libera bem-estar.
- Rotina de sono e alimentação estável, que afeta neurotransmissores.
Entre na conversa da comunidade