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Hipermobilidade articular: a flexibilidade pode não ser benéfica

Hipermobilidade pode esconder alterações no colágeno e, se houver dores ou instabilidade, exigir avaliação médica e fortalecimento muscular.

A flexibilidade excessiva pode esconder uma condição que impacta a saúde
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A hipermobilidade articular, conhecida como flexibilidade excessiva, pode esconder alterações no colágeno e exigir avaliação médica. A condição não é incomum e, em alguns casos, está ligada a mudanças estruturais no tecido conectivo.

Embora possa facilitar movimentos amplos, a hipermobilidade pode aumentar o risco de lesões, dores crônicas e instabilidade articular. Em alguns pacientes, pode evoluir para síndromes mais complexas, como a Síndrome de Ehlers-Danlos.

A hereditariedade é um fator comum, e muitas pessoas não apresentam sintomas. Quando há queixas, o acompanhamento médico é recomendado para definir o tratamento adequado, que pode incluir fisioterapia e fortalecimento muscular.

Prevenção e manejo

O fortalecimento muscular ao redor das articulações ajuda a melhorar a estabilidade e reduzir lesões. A prática de atividades físicas supervisionadas também é indicada para quem tem hipermobilidade.

Vale diferenciar flexibilidade de mobilidade: alta tolerância a alongamentos não implica necessidade de cuidados menores. Mesmo com boa flexibilidade, pode haver necessidade de proteção articular.

O tratamento costuma combinar fisioterapia, exercícios de fortalecimento e, em alguns casos, medicação para dor. A orientação profissional é essencial para adaptar as atividades à situação de cada pessoa.

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